A Civilização Mais Remota Do Mundo Está Prestes A Tornar-se Autossuficiente!

Uma ilha no Atlântico Sul, conhecida por “Tristão da Cunha” é famosa por ter o estatuto de ser a civilização mais remota do mundo. Agora, esta comunidade vai receber uma enorme reformulação para ajudar a tornar-se ainda mais autossuficiente. Edifícios modernizados, um parque eólico e um incinerador de resíduos em energia, são alguns exemplos das novidades que vai haver por lá.

Esta nova visão para a ilha surge através da empresa de arquitetura Brock Carmichael, no Reino Unido, que foi premiada com o trabalho de reabilitação e modernização de “Tristão da Cunha” através de um concurso internacional, realizado pelo Royal Institute of British Architects.

O vencedor foi escolhido por representantes da ilha, afirmando que os planos da Brock Carmichael demonstraram uma abordagem bastante prática e uma compreensão da profundidade da vida no Atlântico Sul.A ilha, que faz parte do território ultramarino britânico de Santa Helena, tem o seu próprio código postal – TDCU 1ZZ – mas a sua situação ultraperiférica significa que não é um breve urbanismo comum.

Quanto ao pedaço de terra mais próximo está a mais de 1.609 km em qualquer direção. Navios de passageiros atracam na ilha apenas oito vezes por ano. Esperar por pessoas ou ajuda de fora para reparar problemas internos não é uma opção viável para esta ilha.

Por estes motivos, estão a surgir estes novos planos de construção e projetos de sustentabilidade possibilitando os próprios moradores de gerir para si mesmos. Os arquitetos pretendem otimizar cada parte do processo de desenvolvimento, desde a importação de materiais de construção para a ilha, até para a redução de resíduos de sobra e reciclagem.

Ainda é cedo para dizermos que estas ideias vão realmente dar certo, já que a transformação de “Tristão da Cunha” pode levar anos a terminar. O que nos resta é esperar novidades sobre esta ilha tão peculiar.